a esfinge degolada
a
criança engatilha a esperança, quer arriscar-se.
despreparada
para o prêmio, mira com os olhos.
de
posse de algum olhar, o rapaz espreme-se.
a
efervescência tem nome, olha-o espelho do fixo.
tenta
não ver, o homem quer eficiência, pode fazê-lo.
as
cifras em dia e os reflexos em ordem, tem a tal mirada.
impróprio
como profeta, escarra velhas lembranças.
nega
dizer o que o bica. mau-olhado, canta por inteiro?
(rodrigues da silveira, 2015)
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