o barco eram crianças
era estranho o poente
naquele odor tudo era esquisito
as narinas ancoravam a náusea
peixes boiando nas nuvens
entre outros farrapos flutuantes
o banco de areia submerso na espuma?
esse incerto caís
a memória
(Rodrigues da Silveira. In: MUDO,
2014)
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