o cosmo do bruxo
dizem
aquelas ruas
noites
que sabem a azul
essa
miopia
a
alumiar-se por dentro?
pensam
a rotina como ferida
insanidade
tão precisa
por
contumácia
aquelas
pegadas calçadas?
e
por controlar-se
o
siso desse sorriso
reina
imprevisto?
essas
luas em pelica
escritas
como luva
por
saber saborear-se?
(rodrigues da silveira, 2006)
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